segunda-feira, 17 de junho de 2013

Confira o trailer legendado de "O Hobbit: A Desolação de Smaug"

O segundo longa da trilogia de "O Hobbit" ganhou seu primeiro trailer, que vem com bastante ação e aventura protagonizados por Legolas e Tauriel, a elfa interpretada por Evangeline Lilly. Confira:


"O Hobbit: A Desolação de Smaug" conta com o mesmo elenco do filme anterior e mais algumas adições, como a própria Evangeline Lilly, Orlando Bloom e Luke Evans, que vive o arqueiro Bard no longa.

Confira também o poster do longa.



A data de estréia está mantida para dia 13 de Dezembro de 2013.

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Resenha crítica - Conto - O Nevoeiro

Nome Original: The Mist
Autor: Stephen King
Ano: 1980

O Nevoeiro (The Mist) é um conto do autor estadunidense Stephen King originalmente publicado no livro "Dark Forces", uma coletânea de contos, em 1980 e editado por Kirby McCauley. Mais tarde o conto fez parte da coletânea de contos “Tripulação de Esqueletos” de Stephen King, sendo o conto mais longo da publicação.

"Depois de uma terrível tempestade na cidade de Bridgton, Maine, uma estranha névoa encobre uma pequena cidade. Criaturas sinistras ocultas no nevoeiro começam então a atacar as pessoas que saem nas ruas, enquanto um grupo, incluindo David Drayton, um artista local,  e seu filho, fica preso em um supermercado e não pode sair do estabelecimento temendo ser atacado pelas cristuras. A partir de então, começa uma luta sangrenta pela sobrevivência."
Stephen King conduz muito bem a história com doses certas de terror e suspense.  Contada do ponto de vista de David Drayton, marido e pai de um filho, uma pessoa comum que vive seu cotidiano até que a forte tempestade devasta a pequena cidade em que ele viva com sua família no Maine.

David não é um herói, não tem super-habilidades ou intensivo treinamento, e assim são todas as pessoas que se vêem presas dentro daquele supermercado cercado por uma névoa antinatural e apinhada de criaturas desconhecidas e extremamente perigosas.

O verdadeiro mérito de "O Nevoeiro" é desenvolver a tensão e o caos que cresce quando pessoas estão confinadas e desorientadas em busca de respostas que sabem não terão. O mundo fora do supermercado é outro agora e não há esperança, a menos que alguns tenham a coragem (ou loucura) de saírem e tentarem a sorte do lado de fora.

King analisa como a mente humana reage em momentos extremos e sem regras, e quais seus mecanismos de escape, ilustrado nesse conto como a entrega de alguns personagens à crenças obsessivas instigados por certo personagem. É interessante observar que, enquanto o mundo do lado de fora se torna selvagem e mortal, os verdadeiros inimigos estão do lado de dentro, onde a ausência de regras e a falta de recursos devolve força ao instinto de sobrevivência de cada um.

Mas se por um lado a história prende o leitor e o mergulha em um universo sem perspectivas positivas, por outro ele peca ao ser uma história com pouco enfoque nas origens do nevoeiro e das criaturas, que é tratado brevemente e a qual é dado pouco importância. É certo dizer que essa é uma das características mais marcantes de Stephen King, que não se preocupa em explicar em detalhes certos elementos de suas histórias, deixando assim o leitor ainda mais no escuro e favorecendo o suspense crescente de suas histórias, mas para alguns leitores isso acaba sendo um pouco frustante, principalmente para aqueles têm uma curiosidade latente e sempre querem saber mais do que o escritor lhes informa.

O Nevoeiro também poderia haver merecido, assim como um dos principais romances de King, "A Dança da Morte", uma versão ampliada e revista. O conto publicado na coletânea "Tripulação de Esqueletos" tem 133 páginas. É o maior conto do livro, mas mesmo assim poderia ter mais páginas e uma história mais detalhada e, por consequência, ainda mais densa e terrível.

Por fim, assim como todas as demais obras de King, O Nevoeiro, é uma obra de peso e bem sucedida. Aborda uma gama de situações limite e mantem o suspense em altos níveis todo o tempo em que o leitor mantem os olhos grudados em suas páginas. 

É considerados um dos melhores contos do escritor e ganhou uma adaptação para o cinema em 2007 pelas mãos do diretor Frank Darabont. Vale a pena ver.

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terça-feira, 11 de junho de 2013

Resenha crítica - A Zona Morta

Título Original: The Dead Zone
Autor: Stephen King
Ano: 1979


""A Zona Morta", romance escrito por Stephen King conta a história de John Smith. Um professor que possui uma família normal, um pai e uma mãe muito carinhosos, e uma namorada muito bonita, Sarah.
Mas, na véspera do Halloween, ele sofre um acidente de carro, e permanece em coma por seis anos. Ao despertar, sofre ao saber que sua vida inteira mudou. Inclusive, ele percebe uma diferença intrigante em seu comportamento e em seus sentidos. Acontece que a tragédia ativou uma estranha habilidade sua, relacionada a uma zona morta em seu cérebro.
Johnny consegue agora descobrir informações sobre o passado e o futuro das pessoas apenas com um toque. O que poderia ser considerado um dom e se torna uma maldição a medida que o tempo passa e a notícia sai no jornal.
Mas nem tudo é desgraça. Com seu sexto sentido, Johnny ajuda a prender um assassino. Mas o pior ainda está por vir. Quando Johnny aperta a mão de um político, tem uma terrível visão apocalíptica. Agora ele precisa impedir uma Terceira Guerra Mundial."


O romance foi adaptado para o cinema em 1983 com o título de “Na Hora da Zona Morta”, estrelado por Christopher Walken e esta versão se mantém bastante fiel ao livro, modificando coisa ou outra para adaptar a história ao cinema. Outra adaptação, esta mais recente, veio através de uma série de TV "The Dead Zone" (Conhecida no Brasil como "O Vidente"), lançada em 2001 nos Estados Unidos, mas que toma algumas liberdades e altera certos detalhes do romance, inclusive criando novas situações para o protagonista e alterando outras para se adaptarem ao formato.

Assim como todos os romances de Stephen King, "A Zona Morta" apresenta uma história envolvente e bem estruturada. Com fluidez e escrita impecáveis, o que garantem divertimento sem erro. O desenvolvimento da personagem principal é tal que o leitor quase sente as aflições e angústias de John Smith à medida em que ele mergulha na exploração de seu novo dom e, com isso, sofre também as consequências disso.
Uma característica presente neste romance, bem como em grande parte das obras de Stephen King, é caráter sofrido e o destino insólito de suas personagens principais. Assim como qualquer pessoa Smith tem suas dúvidas, seus momentos de stress, suas frustrações e medos. E isso King passa ao leitor brilhantemente, deixando nos quase que com a sensação de estar vivendo a história junto com John.
As personagens secundárias também são bem construídas e desenvolvidas. As motivações de alguns e medos de outros colaboram para a construção de uma narrativa forte e envolvente e que transforma "A Zona Morta" em um romance de grosso calibre tanto para os que apreciam uma boa literatura como para aqueles que querem apenas se entreterem com qualidade.

"A Zona Morta" tem todos os estilos que um romance de Stephen King promete ter. Suspense na medida certa, terror comedido, mistérios inexplicáveis, mas que encontram uma explicação plausível (ou não) pelas mãos do escritor e aventuras que garantem a diversão do leitor.

Outra obra de arte de Stephen King.

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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Resenha crítica - Drácula de Bram Stocker

Título original: Dracula
Ano: 1897
Autor: Bram Stoker

Drácula (Dracula) é um romance de 1897 escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, tendo como protagonista o vampiro Conde Drácula. Um dos mais famosos contos de vampiros da literatura mundial e fonte de inspiração para inúmeros outros romances que se seguiram.

"Drácula tem sido designado como vários gêneros literários, incluindo literatura de vampiros, ficção de horror e romance gótico. Estruturalmente, é um romance epistolar, ou seja, contada como uma série de cartas, entradas de diário, registros de bordo etc. Embora Stoker não tenha inventado o vampiro, a influência do romance na popularidade dos vampiros foi singularmente responsável por muitas peças de teatro, cinema, televisão e muitas interpretações ao longo dos séculos XX e XXI."



A história abre com a chegada de Jonathan Harker a um castelo em uma remota zona da Transilvânia, na Romênia. No castelo Harker conhece o excêntrico proprietário, o conde Drácula, em decorrência de negócios e aquisições de várias propriedades na Inglaterra.
Aos poucos Harker começa a perceber que há mais do que excentricidade naquela figura, há algo de estranho no anfitrião, algo de realmente assustador e tenebroso. Passada a inicial hospitalidade, Harker começa a entender que, mais do que um hóspede, é também um prisioneiro do conde Drácula.

Com diversas adaptações para cinema e teatro (Nosferatus, Dracula - de Francis Ford Copolla) e outros romances, Drácula se tornou uma figura do imaginário popular, impulsionado pela obra de Bram Stoker, na época alardeado pela crítica se tornando um bestseller imediatamente à sua publicação.
O romance influencia a cultura pop de hoje em dia assim como influenciou os leitores contemporâneos vitorianos da época em que foi escrito.

Drácula é hoje uma criatura de vida própria e com forte instinto de auto preservação, sempre se renovando para se encaixar na cultura atual e se misturando às lendas que são criadas depois dele. Seja no cinema, no teatro, nos livros, na imaginação da população, ele sempre esta lá. Se reinventando, se adaptando, se encaixando no mundo e nunca perdendo força.


A leitura do romance não é fácil e fluída por se tratar de uma linguagem rebuscada e própria de romances do século XIX. A sequencia narrativa é construída através de cartas, documentos e páginas de diários. Tudo escrito em primeira pessoa e contando a história do ponto de vista de vários personagens. Muitos leitores irão notar semelhança com outra obra que também marcou época. Frankenstein de Mary Shelley, escrita quase um século antes de Drácula (1816-1817). A estrutura narrativa é parecida, em forma de diário e cartas do ponto de vista de um certo personagem, com sua linguagem própria da época e tratamentos.
Muitas vezes, no entanto, o leitor de hoje em dia pode achar que o romance é uma obra de museu e que a história já está ultrapassada e desgastada pelo tempo. Alias quem não suspeitaria, de cara, de um vampiro quando duas marcas peculiares aparecessem em seu pescoço e se sua pele estivesse terrivelmente pálida? ou que alho é a melhor forma de combater a criatura? Mas há de se convier que ela foi escrita em 1897, onde as lendas ao redor da personagem ainda eram fracas e suas principais características ainda eram desconhecidas. Hoje tudo isso pode já estar ultrapassado, mas na época em que foi escrito, não.
Portanto a leitura de Drácula não deve ser feita com o intuito de querer saber mais sobre o ícone, mas sim como isso tudo começou e de onde veio a lenda. A leitura de Drácula é um estudo histórico e merece ser tratada como tal. Leia e aproveite.

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domingo, 12 de maio de 2013

The Reader em busca de parceiros

Fala galera, saudações literárias.
Este post especial é para os aspirantes a blogueiros e também para os mais experiêntes.
É que o The Reader esta em busca de um parceiro. Um blogueiro que esteja disposto a se juntar a mim nas aventuras de desbravar o mundo literário e das adaptações ao cinema de livros e contos.

O The Reader deu uma esfriada nos últimos meses por conta de muitas mudanças na vida. Casamento, mudança, novas obrigações e muuuito trabalho. Por isso estou buscando a ajuda de alguém que queira manter a chama do "The Reader" acesa por muito tempo.

Para isso o The Reader busca alguém que queira fazer parte de sua história. O novo parceiro terá acesso à todo o blog poderá postar informações e críticas sem problemas, desde que se mantenha dentro do propósito do blog.

Detalhes e particularidades sobre todo o resto serão tratados depois que o parceiro for escolhido.

Eis então as regras para participar da seleção (regras? São só requerimentos subjetivos)
- Ler muito. Muito
- Ter uma visão critica das leituras e saber colocar isso no papel
- Ter compromisso com o Blog e reconhecer a importância de notícias coesas e verdadeiras, de fontes confiáveis e reconhecidas.

Para participar da seleção, preencha o formulário na seção de contatos e coloque um pouco da sua vida para que eu possa conhecer melhor quem está participando. Eu entrarei em contato.

Vamos lá galera.
Aguardo o contato de vocês.

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