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The Reader
Resenhas criticas de livros, notícias, lançamentos, adaptações ao cinema e muito mais.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Confira o trailer legendado de "O Hobbit: A Desolação de Smaug"
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sexta-feira, 14 de junho de 2013
Resenha crítica - Conto - O Nevoeiro
Autor: Stephen King
Ano: 1980
"Depois de uma terrível tempestade na cidade de Bridgton, Maine, uma estranha névoa encobre uma pequena cidade. Criaturas sinistras ocultas no nevoeiro começam então a atacar as pessoas que saem nas ruas, enquanto um grupo, incluindo David Drayton, um artista local, e seu filho, fica preso em um supermercado e não pode sair do estabelecimento temendo ser atacado pelas cristuras. A partir de então, começa uma luta sangrenta pela sobrevivência."
Mas se por um lado a história prende o leitor e o mergulha em um universo sem perspectivas positivas, por outro ele peca ao ser uma história com pouco enfoque nas origens do nevoeiro e das criaturas, que é tratado brevemente e a qual é dado pouco importância. É certo dizer que essa é uma das características mais marcantes de Stephen King, que não se preocupa em explicar em detalhes certos elementos de suas histórias, deixando assim o leitor ainda mais no escuro e favorecendo o suspense crescente de suas histórias, mas para alguns leitores isso acaba sendo um pouco frustante, principalmente para aqueles têm uma curiosidade latente e sempre querem saber mais do que o escritor lhes informa.
O Nevoeiro também poderia haver merecido, assim como um dos principais romances de King, "A Dança da Morte", uma versão ampliada e revista. O conto publicado na coletânea "Tripulação de Esqueletos" tem 133 páginas. É o maior conto do livro, mas mesmo assim poderia ter mais páginas e uma história mais detalhada e, por consequência, ainda mais densa e terrível.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Resenha crítica - A Zona Morta
Uma característica presente neste romance, bem como em grande parte das obras de Stephen King, é caráter sofrido e o destino insólito de suas personagens principais. Assim como qualquer pessoa Smith tem suas dúvidas, seus momentos de stress, suas frustrações e medos. E isso King passa ao leitor brilhantemente, deixando nos quase que com a sensação de estar vivendo a história junto com John.
As personagens secundárias também são bem construídas e desenvolvidas. As motivações de alguns e medos de outros colaboram para a construção de uma narrativa forte e envolvente e que transforma "A Zona Morta" em um romance de grosso calibre tanto para os que apreciam uma boa literatura como para aqueles que querem apenas se entreterem com qualidade.
"A Zona Morta" tem todos os estilos que um romance de Stephen King promete ter. Suspense na medida certa, terror comedido, mistérios inexplicáveis, mas que encontram uma explicação plausível (ou não) pelas mãos do escritor e aventuras que garantem a diversão do leitor.
Outra obra de arte de Stephen King.
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
Resenha crítica - Drácula de Bram Stocker
Com diversas adaptações para cinema e teatro (Nosferatus, Dracula - de Francis Ford Copolla) e outros romances, Drácula se tornou uma figura do imaginário popular, impulsionado pela obra de Bram Stoker, na época alardeado pela crítica se tornando um bestseller imediatamente à sua publicação.
O romance influencia a cultura pop de hoje em dia assim como influenciou os leitores contemporâneos vitorianos da época em que foi escrito.
Drácula é hoje uma criatura de vida própria e com forte instinto de auto preservação, sempre se renovando para se encaixar na cultura atual e se misturando às lendas que são criadas depois dele. Seja no cinema, no teatro, nos livros, na imaginação da população, ele sempre esta lá. Se reinventando, se adaptando, se encaixando no mundo e nunca perdendo força.
A leitura do romance não é fácil e fluída por se tratar de uma linguagem rebuscada e própria de romances do século XIX. A sequencia narrativa é construída através de cartas, documentos e páginas de diários. Tudo escrito em primeira pessoa e contando a história do ponto de vista de vários personagens. Muitos leitores irão notar semelhança com outra obra que também marcou época. Frankenstein de Mary Shelley, escrita quase um século antes de Drácula (1816-1817). A estrutura narrativa é parecida, em forma de diário e cartas do ponto de vista de um certo personagem, com sua linguagem própria da época e tratamentos.
Muitas vezes, no entanto, o leitor de hoje em dia pode achar que o romance é uma obra de museu e que a história já está ultrapassada e desgastada pelo tempo. Alias quem não suspeitaria, de cara, de um vampiro quando duas marcas peculiares aparecessem em seu pescoço e se sua pele estivesse terrivelmente pálida? ou que alho é a melhor forma de combater a criatura? Mas há de se convier que ela foi escrita em 1897, onde as lendas ao redor da personagem ainda eram fracas e suas principais características ainda eram desconhecidas. Hoje tudo isso pode já estar ultrapassado, mas na época em que foi escrito, não.
Portanto a leitura de Drácula não deve ser feita com o intuito de querer saber mais sobre o ícone, mas sim como isso tudo começou e de onde veio a lenda. A leitura de Drácula é um estudo histórico e merece ser tratada como tal. Leia e aproveite.
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domingo, 12 de maio de 2013
The Reader em busca de parceiros
Fala galera, saudações literárias.
Este post especial é para os aspirantes a blogueiros e também para os mais experiêntes.
É que o The Reader esta em busca de um parceiro. Um blogueiro que esteja disposto a se juntar a mim nas aventuras de desbravar o mundo literário e das adaptações ao cinema de livros e contos.
O The Reader deu uma esfriada nos últimos meses por conta de muitas mudanças na vida. Casamento, mudança, novas obrigações e muuuito trabalho. Por isso estou buscando a ajuda de alguém que queira manter a chama do "The Reader" acesa por muito tempo.
Para isso o The Reader busca alguém que queira fazer parte de sua história. O novo parceiro terá acesso à todo o blog poderá postar informações e críticas sem problemas, desde que se mantenha dentro do propósito do blog.
Detalhes e particularidades sobre todo o resto serão tratados depois que o parceiro for escolhido.
Eis então as regras para participar da seleção (regras? São só requerimentos subjetivos)
- Ler muito. Muito
- Ter uma visão critica das leituras e saber colocar isso no papel
- Ter compromisso com o Blog e reconhecer a importância de notícias coesas e verdadeiras, de fontes confiáveis e reconhecidas.
Para participar da seleção, preencha o formulário na seção de contatos e coloque um pouco da sua vida para que eu possa conhecer melhor quem está participando. Eu entrarei em contato.
Vamos lá galera.
Aguardo o contato de vocês.

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