Crítica - A Batalha do Apocalipse – Da queda dos Anjos ao Crepúsculo do Mundo

5:15:00 PM


Nome original: A Batalha do Apocalipse: Da Queda dos Anjos ao Crepúsculo do Mundo
Editora: Verus Editora
Edição: 2008

“A Batalha do Apocalipse” conta a história da humanidade de uma maneira peculiar, pela visão dos anjos, mais especificamente, pela visão de um anjo. Ablon, um querubin general de tropas angelicais que iniciou uma rebelião contra o poder supremo de Miguel, um dos quatro arcanjos que governam o paraíso.


Confira a sinopse oficial do livro:

“Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o juízo final.
Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedom, o embate final entre Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.
Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. A batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heróicas, magia, romance e suspense.”

“A Batalha do Apocalipse” foi escrito pelo carioca Eduardo Spohr, filho de um piloto de aviões e de uma comissária de bordo, tendo, por conta disso, a chance de viajar para vários países ainda na infância. Época em que já escrevia.
Embora não tenha religião, seu contato com diversas culturas e a iminência de conflitos na Guerra Fria, durante sua juventude, o motivaram a escrever sobre o fim do mundo e religião.

A Batalha do Apocalipse trás uma visão fria e crua da existência, descrevendo os anjos como criaturas suscetíveis à falhas, sentimentos impuros e atos diabólicos, apenas para conseguirem seus intentos.
O livro descreve também a queda de Lúcifer, suas verdadeiras intenções por trás de seus atos e suas artimanhas para conseguir alcançar o poder supremo.

A leitura de "A Batalha do Apocalipse" deve ser feita de mente aberta e sem qualquer tentativa de comparação com a história real, pois pisa em um campo de muitas discussões e opiniões diversas que a religião. Trata-se de uma obra de ficção e, assim sendo, deve ser apreciada como tal. Uma história bem contada e cheia de reviravoltas interessantes e que qualquer leitor irá gostar.

Cada página prende o leitor à história e o leva a cantos escondidos do mundo, cidades perdidas, lendas antigas e personagens conhecidos da história mundial. "A Batalha do Apocalipse" é um livro divertido, de leitura fácil e comparável às melhores histórias da história atual.

Vale a pena ler, comprar e prestigiar um autor brasileiro que se destacou.


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3 comments

  1. Acho que lemos livros diferentes. "Divertido" e que "te prende" são termos que eu nunca usaria para descrever esse livro. Parei no penúltimo capítulo, pq não aguentei tanto preciosismo narrativo, personagens rasos e sem personalidade com os quais não me importei nem por um minuto e uma história com tantas inconsistências que dá para ficar um bom tempo enumerando-as. Enfim, gosto é gosto, mas definitivamente esse livro não me agradou nem um pouco.

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  2. Existem muitas maneiras de gostar de uma história Rogéria. Os personagens são "rasos" sim e muitas coisas não são explicadas, mas isso não, necessariamente, quer dizer que a história seja ruim.
    Existem certos tipos de leitura que não exigem a profundidade e a estrutura de um "O Senhor dos Anéis", por exemplo.
    É uma história, apenas isso. E ela cumpre bem o seu papel de entreter.

    Agradecemos muitíssimo pela sua opnião.

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